segunda-feira, 22 de março de 2010

HOMO SAPIENS E HOMO NEANDERTHALENSIS




Crânios de um Homo sapiens (à direita) e de um Homo neanderthalensis são exibidos no Museu Smithsonian, em Washington DC. A mostra, sobre a origem e a evolução do homem, foi aberta nesta quarta-feira 17/03/2010.

AFP

sexta-feira, 19 de março de 2010

O VELOCIRÁPTOR CHINÊS



Carnívoro era rápido e ágil.
(Foto: Jonah Choiniere/Divulgação)
19/03/10

Pesquisadores descobrem nova espécie feroz de dinossauro
Animal é parente do famoso velociráptor e do tiranossauro rex.
Fóssil foi encontrado no interior da China.

Uma nova espécie de dinossauro parente do famoso – e violento – velociráptor foi descoberta no interior da China por dois estudantes de doutorado. Muito bem conservado, o esqueleto mostra que o animal tinha cerca de 2,5 metros e pesava 25 quilos. O réptil foi batizado de Linheraptor exquisitus.

Os pesquisadores, da Universidade College London e da Universidade George Washingtonm acreditam que o bicho era rápido e ágil, e se alimentava de pequenos dinossauros de chifre como os triceratops.




Esqueleto, quase completo, foi encontrado na China.
(Foto: David Hone/Divulgação)


O Linheraptor foi classificado no grupo theropoda, que inclui carnívoros como o tiranossauro rex, e que evoluiu para os pássaros de hoje. A descoberta foi publicada na revista científica “Zootaxa”.

quinta-feira, 11 de março de 2010

A RAINHA DESCONHECIDA





















Uma missão de arqueologia francesa descobriu, perto do Cairo, o sarcófago de uma rainha da sexta dinastia até agora desconhecida, anunciou nesta quarta-feira o serviço de antiguidades egípcias.

Identificada como Bahnu, ela foi "uma das rainhas da sexta dinastia, que reinou no Egito de 2.374 a 2.192 antes de Cristo. Mas, por enquanto, não sabemos se era esposa de Pepi 1º (2.354-2.310) ou de Pepi 2º (2.300-2.206)", revelou, em comunicado, o chefe do Conselho Supremo de Antiguidades (CSA), Zahi Hawass.

Segundo Philippe Collombert, chefe da equipe francesa, se tratava "provavelmente" da esposa de Pepi 2º.

"Estamos contentes por acrescentar uma rainha até agora desconhecida à história do Egito", disse à AFP Collombert, que é diretor da missão arqueológica francesa de Saqqara e professor da Universidade de Genebra.

A missão fazia escavações na pirâmide que se revelou ser da rainha Bahnu, situada entre um grupo de pirâmides de rainhas, perto da do faraó Pepi 1º, ao sul da pirâmide escalonada de Saqqara, ao sul do Cairo.

A equipe descobriu o sarcófago de 2,6 metros de comprimento e um de altura na câmara funerária.

Em uma lateral do sarcófago, hieróglifos indicam que a rainha é "a esposa do rei e sua amada".

No entanto, a câmara sofreu alguns saques, provavelmente na época do "primeiro período intermediário" (por volta de 2.200 antes de Cristo).

No interior do sarcófago não há mais nada além de bandagens de linho que serviram para envolver a múmia de Banhu, pedaços de madeira, fragmentos ósseos e cacos de cerâmica.

Galal Muawad, inspetor de antiguidades que trabalhou com a equipe francesa, destacou que descobertas deste tipo são muito pouco frequentes.

"A raridade deste sarcófago (...) se deve ao fato de que o corpo principal é de granito rosa, enquanto a tampa é de basalto negro", disse.

A MAIS ANTIGA OBRA DE ARTE


Fotografia do Museu da Flórida mostra mamute gravado em osso fóssil encontrado em Vero Beach e que pode ser a peça de arte mais antiga das Américas, com 13 mil anos, segundo especialistas. Exames feitos até agora indicam que o material é autêntico, porém novos testes ainda serão feitos.
Efe/Florida Museum

A AVE E O OVO





















Cientistas retiram DNA de casca de ovo de pássaro extinto

Entre as espécies extintas, os cientistas conseguiram isolar moléculas do DNA do chamado pássaro-elefante, do gênero Aepyornis

10 de março de 2010
Foto: BBC Brasil

Cientistas de uma equipe internacional conseguiram isolar moléculas de DNA de espécies de pássaro extintas, segundo artigo publicado na revista especializada em biologia Proceedings of Royal Society B.

Os pesquisadores concluíram que a casca do ovo de pássaros extintos é uma rica fonte de DNA preservado.

Entre as espécies extintas, os cientistas conseguiram isolar moléculas do DNA do chamado pássaro-elefante, do gênero Aepyornis, que viveu em Madagascar e chegava a três metros de altura. Os pesquisadores usaram a mesma técnica em cascas de ovos de emas, patos e do extinto moa, um tipo de avestruz que existiu apenas na Nova Zelândia.

A equipe afirma que a técnica vai permitir aos pesquisadores aprender mais sobre os pássaros extintos e sobre as razões que levaram à sua extinção. "Há anos pesquisadores vinham tentado, sem sucesso, isolar o DNA de um fóssil de casca de ovo", disse Charlotte Oskam, da Universidade de Murdoch, na Austrália, uma das autoras da pesquisa.

"O problema foi que eles estavam usando o método para retirada de DNA de ossos, que não se aplicava ao fóssil de uma casca de ovo."

Pássaro-elefante
Pesando cerca de meia tonelada, o pássaro-elefante foi a ave mais pesada que já existiu. O Aepyornis parecia um avestruz gigante, chegando a três metros de altura. A maioria deles morreu há cerca de mil anos.

O arqueólogo Mike Parker Pearson, da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, espera que a análise do DNA do pássaro traga luz sobre as razões que levaram ao seu desaparecimento. A extinção coincidiu com a chegada dos humanos ao habitat natural da ave, a região em que hoje fica o país Madagascar, no sudeste africano.

O mistério, segundo Parker, é que não há provas de que os humanos tenham caçado o animal. "Não há provas sequer de que os humanos tenham comido seus ovos - e um deles faria uma omelete para 30 pessoas", disse o arqueólogo à BBC News.

O pássaro-elefante pode ser a base para várias lendas envolvendo pássaros gigantes. O explorador Marco Pólo chegou a dizer, erroneamente, que esses pássaros podiam voar. Também há histórias de pássaros que podiam levantar elefantes nos contos das 1001 Noites.

Já há esqueletos completos do pássaro-elefante, mas ao analisar seu DNA, os pesquisadores esperam formar uma imagem mais detalhada da criatura.

terça-feira, 9 de março de 2010

DINOCÃO



O ancestral dos dinossauros que habitou a Terra 10 milhões de anos antes que o mais antigo dos répteis gigantes.


04/03/2010 - 09h00
Paleontólogos descobrem mais antigo ancestral dos dinossauros
Um grupo de paleontólogos americanos descobriu um ancestral dos dinossauros que habitou a Terra 10 milhões de anos antes que o mais antigo dos répteis gigantes.

O Asilisaurus kongwe, uma criatura quadrúpede do tamanho de um cachorro, que é tão próxima do dinossauro quanto os chimpanzés são do homem, foi descoberto na Tanzânia, leste da África.
O resultado dos estudos a respeito desses antepassados dos dinossauros que datam de 245 milhões de anos atrás foi publicado na última edição da revista científica Nature.

"Essa nova evidência sugere que (os dinossauros) foram realmente apenas um dos diversos grandes e distintos grupos de animais que explodiram em diversidade durante o período Triássico", disse Sterling Nesbitt, pesquisador da Universidade do Texas e líder do estudo.

Randall Irmis, membro do Museu de História Natural de Utah, nos Estados Unidos, que também participou da pesquisa, disse em entrevista à repórter Victoria Gill da BBC News que essa criatura era "o parente mais próximo dos dinossauros".

"Eles estão para os dinossauros como os chimpanzés estão para os humanos – como primos", disse Irmis.
O pesquisador revelou também que o animal não era o que os paleontólogos esperavam.

"Era uma pequena e estranha criatura. Nós sempre pensamos que os mais antigos parentes (dos dinossauros) fossem animais pequenos, bípedes e carnívoros. Esses animais andavam sobre quatro patas e tinham bicos e dentes de herbívoros", explicou à BBC.

'Experimento mal-sucedido'
Os paleontólogos encontraram fósseis de pelo menos 14 ossadas no sul da Tanzânia, o que possibilitou a reconstituição quase completa de um esqueleto do Asilisaurus kongwe.

Esses animais tinham entre 45 e 90 centímetros de altura, de 0,9 a 3 metros de comprimento e pesavam de 10 a 30 quilos.

Os estudos sobre o espécime indicam que esses primos dos dinossauros entraram em extinção 45 milhões de anos depois do seu surgimento. Os dinossauros, porém, foram mais bem sucedidos, pois habitaram o planeta Terra por 165 milhões de anos.

O paleontologista do Museu de História Natural de Londres Paul Barrett explicou que essa criatura "foi como um experimento mal-sucedido de como criar um dinossauro".

Segundo ele, a descoberta proporciona aos cientistas uma importante informação sobre a evolução dos dinossauros.

"Essas criaturas compartilharam muitas características com os dinossauros", disse. "Eles nos mostram um estágio intermediário entre os répteis mais primitivos e os dinossauros mais específicos".

quarta-feira, 3 de março de 2010

COBRAS E LAGARTOS





Imagem feita em 2008 mostra o fóssil de uma cobra Sanajeh indicus,de 76 milhões de anos, com restos de ovos de saurópodes, achado na Índia. A descoberta indica que as cobras pré-históricas comiam dinossauros recém-nascidos, segundo estudo publicado por cientistas na revista PLoS Biology AP/Wilson et al. 2010, PLoS